{"html":"\ufeff\n26 de Janeiro de 2016<\/span>\n

Leonardo e Eduardo Costa: a dor de cotovelo nunca sair\u00e1 de moda.<\/h2>\n \n
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\"Quando a gente ama tanta coisa serve para relembrar...\" Até pode ser que o sertanejo não seja o seu gênero musical favorito, mas não existe melhor estilo para expressar as dores de amor. Todo mundo em algum momento da vida já passou por uma desilusão amorosa, não importa a idade e a cultura. E parece que a música é o melhor remédio para depurar a dor. Em <\/span>Cabaré<\/em>, show que tem feito sucesso em todo o Brasil, os cantores <\/span>Leonardo<\/strong> e <\/span>Eduardo Costa<\/strong>relembraram os maiores clássicos da dor de cotovelo em apresentação que reuniu cerca de 6 mil pessoas no Centrosul, em <\/span>Florianópolis<\/strong>, na madrugada de domingo (24\/01). <\/span><\/p>\n

Amigos de longa data e ambos com carreira solo consolidada, eles apostaram na parceria nos palcos para interpretar canções famosas nos anos 1980 e 1990, aqueles sucessos de rádio AM que continuam na memória afetiva de todos. O show começou por volta da uma 1h da madrugada. Eles interpretaram sucessos de <\/span>Waldick Soriano<\/strong>,<\/span>Reginaldo Rossi, Amado Batista e Trio Parada Dura<\/strong> e, o mais interessante: as canções estavam na boca de pessoas de gerações muito diferentes.<\/span><\/p>\n

- De todos os gêneros com os quais trabalhamos, os músicos sertanejos são os que despertam mais paixão dos fãs - contou uma das produtoras do show para justificar o assédio feminino próximo ao camarim dos músicos.<\/p>\n

Mais que isso. Em tempos em que o sertanejo universitário deixou de cantar as dores de amor para celebrar a liberdade e a ¿pegação¿, contemplar a fossa passa a ser até cool. Não à toa, os ingressos mais caros do show – o primeiro lote para mesas na frente do palco, no valor de R$ 1.600 – esgotaram em três horas quando abriram as vendas em outubro do ano passado.<\/p> <\/div>\n\n \n