{"html":"\ufeff\n31 de Agosto de 2015<\/span>\n

Eduardo Costa lan\u00e7a \u2018Vivendo e aprendendo\u2019, disco quase 100% autoral<\/h2>\n \n
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“Sou um mineiro cultural, que conhece a história do Estado, cria Mangalarga e oferece cachaça em vez de champanhe e uísque”, garante Eduardo Costa. Nascido em BH e criado em Abre Campo e Santa Luiza, o cantor, de 35 anos, soma mais de 20 de trajetória. No currículo, 13 discos – o último, “Vivendo e Aprendendo” (Sony), acaba de sair do forno. Mesmo com a bagagem, o artista guarda certa modéstia: “Tenho muito a fazer e a aprender”.<\/p>\n

O CD se caracteriza por ser autoral – apenas a faixa bônus não tem a assinatura dele (“Um Louco” é de Ivan Medeiros e Zé Henrique). Das 16 músicas, a única “mais agitada” é “Sapequinha”. No restante, o romantismo predomina – confirmando que o cantor nunca deixou de lado as suas raízes.<\/p>\n

“Falo de reconciliações, paixão, amor... E a minha inspiração vem da mulher”. O artista, porém, ressalva: “Não faço música de corno. Gosto de falar do cara que reconquista a amada”.<\/p>\n

À moda antiga<\/strong><\/p>\n

Contraponto à onda do sertanejo universitário, Eduardo mostra, no álbum, que mantém a essência do sertanejo “antigo”, como o próprio diz. “Gosto de Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, Milionário e Zé Rico, Daniel... As pessoas gostam de música com conteúdo. Então, continuo a fazer este sertanejo”, ressalta.<\/p>\n

À moda antiga, sim, mas atualizadíssimo. “Pronto Falei”, por exemplo, faz referência à hashtag sempre postada nas redes sociais. “Sou ligadão, mas não sou da cultura inútil da internet, das fofoquinhas. Sempre que posso levo novidades do Twitter, Snap Chat, Instagram à minha carreira”, afirma.<\/p>\n

Composto nas brechas da agenda, o CD já saiu com 50 mil cópias vendias. “Já é disco de ouro”, festeja ele. No YouTube, “Sapequinha” soma mais de 4 milhões de views, ratificando as boas expectativas.<\/p> <\/div>\n\n \n