{"html":"\ufeff\n01 de Setembro de 2015<\/span>\n

\u201cEu gosto de letras sofridas, n\u00e3o de m\u00fasica de corno\"<\/h2>\n \n
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Música de corno não lhe agrada. Prefere o romantismo, a “sofrência” mesmo, do cara que busca de qualquer jeito reconquistar sua mulher. O cantor e compositor mineiro Eduardo Costa escolheu falar de amor, de saudade, encontro e desencontros no seu novo disco Vivendo E Aprendendo, o 13º da sua carreira. O trabalho é quase 100% autoral (com exceção da faixa bônus Um Louco, letra de Ivan Medeiros e Zé Henrique gravada por Zé Henrique e Gabriel).<\/span><\/p>\n

Eduardo Costa, que mora em um condomínio de luxo em Goiânia, vive um grande momento na carreira. A turnê Cabaré, ao lado de Leonardo, é sucesso de público e de crítica. A faixa Os 10 Mandamentos do Amor ficou entre as mais tocadas no Brasil em 2014. Do novo repertório, Sapequinha já é número 1 na última semana do Hot 100 Brasil. O hit tem pegada latina e um refrão picante: “Ô ô ô, ô ô ô \/ Vamos brincar de besteirinha \/ Brincar de fazer amor”, canta ele.<\/p>\n

O artista conversou por telefone com o Blog na Viola e falou sobre o repertório do novo disco, que tem mais músicas latinas do que sertanejas, com influências flamenca e cigana, da sua amizade com o cantor Leonardo, dos seus carros esportivos, entre outros assuntos. “É um disco de sofrência, diferente de tudo que já fiz. A música de corno me incomoda, não gosto de jeito nenhum, prefiro a coisa sofrida, que eu já faço há mais de dez anos”, comentou.<\/p>\n

O disco Vivendo e Aprendendo, 13º da sua carreira, é o mais romântico da sua discografia?<\/span>
Com certeza. Já é o terceiro disco que eu mesmo produzo. Anteriormente eu fazia esse trabalho junto com o César Augusto ou o Pinóquio, mas dessa vez eu mesmo assino a produção. É um CD todo autoral e queria fazer um trabalho bem romântico. Quis fazer algo que os fãs relembrassem minha carreira desde o início e estou interessado não somente no sucesso de vendas, mas que os fãs percebam que o trabalho tem a cara do Eduardo Costa.
 
Das 15 faixas do álbum, apenas uma regravação no repertório (Um Louco). Por que não todo autoral?<\/span>
O disco é 100% autoral. Um Louco é uma composição de Ivan Medeiros e Zé Henrique e que foi gravada por Zé Henrique e Gabriel. Ela é faixa bônus e entrou nos acréscimos do segundo tempo. Ela entrou por um acidente. Eu gravei para experimentar e ficou bonita. Quase a tirei do repertório, mas resolvi apostar nela também. Enfim, é um disco que tem mais música latina do que sertaneja, muita influência flamenca e cigana.
 
O que inspira o Eduardo Costa na hora de compor?<\/span>
As histórias dos outros. Eu gosto de compor quando estou em casa e nem sempre estou vivendo o momento de que fala a música. Não preciso passar por algo para escrever.  Eu normalmente componho de madrugada, porque é o período que tem a ver com o romantismo.
  
O amor, os encontros e os desencontros são os temas mais abordados nas faixas do trabalho. Você se considera um compositor que gosta de letras sofridas, mas não com a temática corno? Por quê?<\/span>
Eu gosto de letras sofridas, não de música de corno, de jeito nenhum. Não gosto daquela composição do cara que tomou um chifre e perdoa. Gosto do romantismo, você brigou com sua mulher e tenta reconquistá-la. A música de corno me incomoda, prefiro a coisa sofrida, que eu já faço há mais de dez anos de carreira, do homem que está se lascando, fazendo de tudo para trazer sua paixão de volta.     
Paralelamente você está na estrada ao lado do Leonardo no projeto Cabaré. O que foi mais difícil: montar o repertório ou escolher as bailarinas para a turnê?<\/span>
(Risos). Acho que é mais difícil montar o repertório. Aquelas bailarinas com aquele tamanho de bunda é fácil de escolher. Dá vontade de pegar todas. São todas boas. Para falar a verdade quem escolheu todas aquelas meninas do Cabaré foi o Leonardo. Eu só as vi na hora de gravar o DVD, não conheci nenhuma delas. Mas, aprovei e bati palmas, bebi cachaça e passei mal. O Cabaré vai sair de dois em dois anos, mas o grande estouro do primeiro está sendo agora.
 
Você costuma sempre postar umas modas de viola ao lado do Leonardo nas redes sociais. Além do sertanejo, outra companheira de vocês nesses encontros é a cachaça. Vocês saem para beber sempre juntos? Como é a amizade entre vocês?<\/span>
Somos muito amigos. Só que não vamos a bar por conta da nossa vida que é uma correria. Quando a gente se encontra para cantar, contar piada e quase nunca para falar algo sério, é sempre na casa um do outro. Ou ele vem aqui ou eu vou lá. Somos vizinhos. O Leonardo gosta muito de uísque. Nós temos que tomar sempre uma antes de cantar, não tem jeito. É de lei.
 
Você considera o Leonardo um ídolo?<\/span>
Ele sempre foi meu ídolo. Sempre admirei o trabalho dele e hoje tenho a oportunidade de ser sócio e amigo dele. Agradeço muito a Deus pela oportunidade de ser um irmão para ele, seu compadre e também por poder dividir o palco com ele. É muita paixão.
 
Nas redes sociais, você também gosta de postar foto ao lado de seus carros. É uma das suas grandes paixões?<\/span>
É. Sempre gostei de carro e tenho uma predileção por automóveis esportivos, por exemplo, eu comprei uma BMW i8 que gosto muito e um Jaguar F-Type. É uma paixão mesmo. O meu primeiro automóvel foi um fusca. Também gosto de relógios e óculos, tenho uma coleção.<\/p> <\/div>\n\n \n